sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Acho que a ordem de mercado é uma processo de interação entre seres humanos baseado na cooperação mutua entre duas ou mais pessoas,de maneira voluntaria,cuja soma de satisfação é maior do que zero e que assim expressa a satisfação de ambas as partes. O mercado não é moral ou imoral mas sim amoral. O mercado sendo amoral permite que um traficante de drogas possa ser chamado de comerciante, pois ele satisfaz a uma demanda de certa quantidade de drogas em troca de um outro bem que é o dinheiro, e atualmente é chamado de traficante e criminoso sendo que é um crime sem vitima. Uma prostituta troca bens sexuais por recompensa monetária, de uma forma que a troca satisfaz a ambos e tem demanda. Outro crime sem vítima. Dentro do mercado os esquerdistas estatistas criaram e ampliaram um conceito de "direito", mas devemos observa que na maior parte dos casos se trata de um serviço que ninguém tem obrigação de fornecer de forma gratuita pois serviços são sempre pagos por quem os demandam. Assim os defensores do passe livre apenas escolheram seu objetivos de forma equivocada, pois querem que terceiros pague pela demanda de seus serviços, então teram de não obedecer PNA. Educação, transportes, saúde são serviço e ninguém tem obrigação de pagar pelo outro. Logo os defensores do passe livre cometem um equivoco de foco, pensando que serviços são direitos. Suas ações são um desperdício de energia apenas por não saber distinção de direito e serviços, executando passeatas ridículas, e contra produtivas, para seus defensores os meus pêsames. Assim podemos dizer que processo de mercado é o maior produtor de bens e serviços, pois onde o mercado é relativamente livre existe uma abundancia de bens e serviços disponíveis, que podem até ter preços altos, por algum tempo, de acordo com a preferencia dos agentes da ação humana. Assim como a revolução industrial salvou o proletáriado da inanição e morte, o mercado mesmo não livre melhorou tanto o nível de vida que o comando dos 1% mais ricos no mundo, proporciona um pais com certa liberdade, acolher um milhão de refugiados sem de medidas heroicas para essa finalidade.Existe uma certa correlação entre um ambiente de liberdade econômica e o grau de bem estar da população. Hong-Kong, Singapura, Nova Zelandia, Suiça, Australia e Chile que o digam. Apesar do mercado não ser totalmente livre elas desfrutam de um grau maior de liberdade econômica. Mesmo observando o mapa mundi onde existe certo grau de liberdade econômica para os empreendedores agirem e realizarem as ações humanas voluntarias em seus próprios benefícios agem como catalizadores do bem estar geral. Ao contrario países com pouca liberdade econômica e grande intervencionismo econômico e que pregam a igualdade só atingem a igualdade e a pobreza. A liberdade, o livre comercio e o livre mercado, e a ausencia de intervenção, governo realmente federativo (governo central fraco), e PNA é a melhor maneira maneira de se atingir o estar geral.Mas no essencial todos concordam na essencia do que é o mercado.

Governar é errar ... à custa dos outros

Governar é errar ... à custa dos outros: O aspecto mais relevante do erro político não é que ele exista, mas sim as consequências que ele acarreta. Quando um indivíduo qualquer se equivoca, os custos e os prejuízos vinculados ao seu erro são arcados por ele próprio. A responsabilidade individual consiste justamente em aceitar as consequências de nossas ações, em não culpar os outros por nossas falhas, e em não descarregar nem culpas nem ônus sobre terceiros inocentes. Os políticos, por sua vez, são inteiramente capazes de transferir o custo de seus erros para todo o conjunto da população. Ao cometerem erros, os políticos detêm o benefício de converter a sociedade em responsável solidária por seus erros. Aquilo que no livre mercado seria considerável inaceitável e motivo de acionamento judicial -- as ações de um indivíduo repercutirem adversamente sobre um outro que não é obrigado a arcar com elas --, torna-se a regra quando o envolvido é o estado: os erros dos políticos se transformam estruturalmente em um fardo compartilhado por todo o conjunto da sociedade.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A nossa “depreflação” e o ajuste fiscal que não virá: a necessidade de um novo Plano Real

A nossa “depreflação” e o ajuste fiscal que não virá: a necessidade de um novo Plano Real: A solução para uma inflação de preços não é causar uma recessão. Colocar burocratas para manipular juros também não trará nada de positivo. Sim, equilibrar as contas do governo é importante e ajudaria enormemente na redução da carestia, mas não podemos simplesmente abrir mão de tudo e ficar esperando, de dedos cruzados, que o senhor Nelson Barbosa decida fazer isso. A situação é urgente. Esperar que a recessão reduza a inflação é simplesmente esperar por mais inflação em um ambiente que periga se degenerar em uma séria depressão. Estamos à beira de uma depreflação. Igualmente, esperar que haja ajuste fiscal em um cenário de paralisia política -- que vai se confirmando duradoura -- é masoquismo. Até lá, muitos mais sofrerão com a perda do poder de compra da moeda e a consequente queda no padrão de vida.

A nossa “depreflação” e o ajuste fiscal que não virá: a necessidade de um novo Plano Real

A nossa “depreflação” e o ajuste fiscal que não virá: a necessidade de um novo Plano Real: A solução para uma inflação de preços não é causar uma recessão. Colocar burocratas para manipular juros também não trará nada de positivo. Sim, equilibrar as contas do governo é importante e ajudaria enormemente na redução da carestia, mas não podemos simplesmente abrir mão de tudo e ficar esperando, de dedos cruzados, que o senhor Nelson Barbosa decida fazer isso. A situação é urgente. Esperar que a recessão reduza a inflação é simplesmente esperar por mais inflação em um ambiente que periga se degenerar em uma séria depressão. Estamos à beira de uma depreflação. Igualmente, esperar que haja ajuste fiscal em um cenário de paralisia política -- que vai se confirmando duradoura -- é masoquismo. Até lá, muitos mais sofrerão com a perda do poder de compra da moeda e a consequente queda no padrão de vida.

Governar é errar ... à custa dos outros

Governar é errar ... à custa dos outros: O aspecto mais relevante do erro político não é que ele exista, mas sim as consequências que ele acarreta. Quando um indivíduo qualquer se equivoca, os custos e os prejuízos vinculados ao seu erro são arcados por ele próprio. A responsabilidade individual consiste justamente em aceitar as consequências de nossas ações, em não culpar os outros por nossas falhas, e em não descarregar nem culpas nem ônus sobre terceiros inocentes. Os políticos, por sua vez, são inteiramente capazes de transferir o custo de seus erros para todo o conjunto da população. Ao cometerem erros, os políticos detêm o benefício de converter a sociedade em responsável solidária por seus erros. Aquilo que no livre mercado seria considerável inaceitável e motivo de acionamento judicial -- as ações de um indivíduo repercutirem adversamente sobre um outro que não é obrigado a arcar com elas --, torna-se a regra quando o envolvido é o estado: os erros dos políticos se transformam estruturalmente em um fardo compartilhado por todo o conjunto da sociedade.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Intelectuais e raça - o estrago incorrigível

Intelectuais e raça - o estrago incorrigível: Não apenas diferentes grupos raciais e étnicos, como também nações e civilizações inteiras apresentaram níveis de realizações extremamente distintos ao longo dos séculos.  A China do século XV era muito mais avançada do que qualquer país europeu.  Com o tempo, no entanto, os europeus ultrapassaram os chineses -- e não há nenhuma evidência de ter havido alterações nos genes de nenhuma destas civilizações. Dentre os vários motivos para estes diferentes níveis de realizações está algo tão simples quanto a idade.  A média de idade na Alemanha e no Japão é de mais de 40 anos, ao passo que a média de idade no Afeganistão e no Iêmen é de menos de 20 anos.  Mesmo que as pessoas destes quatro países tivessem absolutamente o mesmo potencial intelectual, o mesmo histórico, a mesma cultura -- e os países apresentassem rigorosamente as mesmas características geográficas --, o fato de que as pessoas de determinados países possuem 20 anos a mais de experiência do que as pessoas de outros países ainda seria o suficiente para fazer com que resultados econômicos e pessoais idênticos sejam virtualmente impossíveis. Acrescente o fato de que diferentes raças se desenvolveram em diferentes arranjos geográficos, os quais apresentaram oportunidades e restrições extremamente diferenciadas ao seu desenvolvimento, e as conclusões serão as mesmas.

Isolamento, cultura, geografia e até mesmo geologia - e sua relação com a desigualdade

Isolamento, cultura, geografia e até mesmo geologia - e sua relação com a desigualdade: Um padrão de pobreza e atraso podia ser percebido das Montanhas Apalaches nos EUA às Montanhas Rife no Marrocos; dos Montes Pindo na Grécia às montanhas e planaltos do Sri-Lanka, de Taiwan, da Albânia e da Escócia. Da mesma maneira, pessoas geograficamente isoladas em ilhas distantes ou pessoas isoladas por desertos ou por outras características geográficas raramente apresentaram -- ou ao menos conseguiram imitar -- os progressos da população continental. Isso era especialmente notável antes de os modernos sistemas de transporte e comunicação terem-nas colocado em contato com o resto do mundo. Inversamente, pessoas urbanizadas quase sempre se mostraram na vanguarda do progresso, contribuindo muito mais para os avanços históricos da raça humana do que um número similar de pessoas dispersas pelas terras do interior -- mesmo quando ambos os grupos eram da mesma raça.