sábado, 3 de dezembro de 2016

Por que o “efeito multiplicador” é uma brutal falácia keynesiana

Por que o “efeito multiplicador” é uma brutal falácia keynesiana: Um seguidor fervoroso da teoria do efeito multiplicador O cachorro ficou molhado porque saiu da casinha e pegou chuva ou está chovendo porque o cachorro saiu da casinha molhado? Por incrível que pareça, a depender dos métodos econométricos -- com os quais os economistas atuais têm praticamente uma tara --, muitas vezes essa pergunta não pode ser respondida. No que diz respeito à teoria keynesiana, ela também comete esse erro grotesco, confundindo ação com reação. O que vem primeiro: o consumo ou a produção? Como todos nós sabemos, para algo ser consumido, ele primeiramente tem de ser produzido. Não há como inverter essa relação. No entanto, no mundo keynesiano, o consumo pode perfeitamente vir antes da produção. No mundo keynesiano, os eventos são invertidos: o que normalmente seria uma causa (a produção gerar um aumento da renda e do consumo) é visto como um efeito (o aumento do consumo gera aumento da renda e produção). E isso é fatal.

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